


| Produto | Preço |
|---|---|
| Café (PR) - sc/60Kg | 230,00/sc |
| Trigo (Ponta Grossa) - t | 600,00/t |
| Soja (Paranaguá) - sc/60Kg | 50,00/sc |
| Boi (PR) - R$/@ | 90,00/@ |
| Milho (Ponta Grossa) sc/60Kg | 21,50/sc |

DESTAQUES
COMMODITIES
GRÃOS
FEIJÃO
SUCROALCOOLEIRO
BOVINOCULTURA DE CORTE
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, participa neste sábado (02), em Alvorada do Sul, da abertura da colheita do milho safrinha no Paraná. O vice-presidente da FAEP, Guerino Guandalini, representa a entidade no evento. Após a abertura da colheita, que acontecerá numa área a quatro quilômetros de Alvorada do Sul (sentido Porecatu), Stephanes deverá participar da 9ª Festa do Motorista, que acontece entre os dias 01e 03 de agosto e é organizada pela Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com apoio dos produtores rurais do município.
MILHO SAFRINHA – Nesta safra, o município de Alvorada do Sul deve produzir 87,4 mil toneladas de milho safrinha. Com uma área plantada de, aproximadamente, 19 mil hectares, a produtividade média estimada é de 4.600 quilos por hectares.
Em relação à área plantada com milho safrinha, o município é um dos principais do estado. No ranking dos municípios do Paraná com maior área plantada na safra 2006, Alvorada do Sul ficou na nona posição de acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura, e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge).
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na quinta-feira (31/7) voto permitindo que as operações de investimentos com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a safra 2008/2008 sejam feitas de acordo com as regras vigentes na safra passada (2007/2008).
Segundo o secretário-adjunto de Política Agrícola e Crédito Rural do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, estas normas valerão até que o banco repasse às instituições financeiras as circulares com os procedimentos de empréstimos para a próxima safra, o que dura aproximadamente três meses. Ele explicou que o objetivo é evitar que produtores rurais fiquem impedidos de tomar recursos.
No mesmo voto, o Conselho estipulou em quatro anos o prazo de financiamento de equipamentos usados no âmbito do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota). Para o Programa de Desenvolvimento Agroambiental (Prodeagro), o CMN definiu um limite de empréstimo de R$ 750 mil para mutuários grupais.
Antes, havia apenas o limite de R$ 250 mil por produtor. Já em relação aos financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com diferentes fontes de recursos, Gilson Bittencourt informou prevalecerá para os contratos a menor taxa de juros.
Na cafeicultura, o secretário disse que houve um ajuste em relação a um voto já aprovado pelo CMN neste ano, que altera de 2008/2009 para 2007/2007 a referência à safra para os preços mínimos dos cafés arábica e robusta. Ainda segundo Bittencourt, foi definido que o limite de R$ 400 mil por produtor para custeio e colheita da safra 2007/2008 é válido tanto para o produto irrigado e sequeiro, uma vez que havia questionamentos em relação a este ponto.
Questionado sobre a Política Geral de Preços Mínimos (PGPM) da cana-de-açúcar para a região Nordeste, o secretário respondeu que este assunto está em discussão no ministério, mas não deu previsão de quando será votado pelo CMN.
Em outro voto, foi aprovada a liberação de R$ 3 bilhões para financiamentos e empréstimos a empresas de setores prejudicadas pelo câmbio, com receita bruta anual de até R$ 300 milhões. Entre os beneficiados, tratores, colheitadeiras e frutas in natura e processadas. Este é um dos pontos da Medida Provisória 429, que trata do Fundo de Garantia para a Construção Naval.
MP 432 – Bittencourt informou que poderá haver uma reunião extraordinária do CMN caso o Congresso Nacional aprove a Medida Provisória 432, que trata da renegociação de R$ 75 bilhões em dívidas rurais, após o retorno das atividades do Legislativo, na próxima semana. Ele disse algumas alterações na MP estão sendo discutidas com o relator da matéria, deputado Luis Carlos Heinze (PP/RS). A MP 432 é o primeiro item da pauta do Plenário da Câmara dos Deputados.
Em nota divulgada ontem, o parlamentar afirmou que havia a expectativa de que o CMN aprovasse a ampliação de prazos para dívidas de custeio para produtores de Mato Grosso, Rio Grande do Sul e municípios onde foi decretado estado de emergência nas safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006. Além deste ponto, disse que o setor aguardava deliberação que desobrigava produtores a comprovar incapacidade de pagamento de débitos de operações de investimento.
A atividade econômica nos Estados da Amazônia está limitada em razão dos latifúndios indígenas e ambientais que existem na região. Segundo o presidente do Instituto do Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP), Antônio Feijão, 47% da área de Roraima é formada por áreas ocupadas por índios.
Já no Amapá, as terras indígenas e unidades de conservação ambiental representam 72% do território. Estes serão alguns exemplos abordados por Feijão no I Encontro Nacional de Produtores Rurais e Desenvolvimento Sustentável em Áreas Fronteiriças, nesta segunda-feira (4), em Boa Vista, Roraima. Promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Governo do Estado de Roraima, o encontro resultará na Carta de Roraima.
Feijão enfatizará no painel sobre a Demarcação de Área Indígena no Brasil e a Questão Raposa Serra do Sol, que o indigenato agrário, termo que usa para definir a demarcação de grandes áreas para abrigar pequenas ocupações indígenas, tinha como pretexto a preservação de sociedades indígenas, o que acabou não acontecendo. Para ele, este fato “extrapola” o que determina a Constituição Federal. “Foi um procedimento para isolar a ocupação econômica da região”, argumenta.
Ele afirma que, no caso de Roraima, as áreas indígenas equivalem a uma Guiana, País que faz fronteira com o Estado. Segundo Feijão, estas áreas, juntamente com os mosaicos ambientais, que englobam várias unidades de conservação ambiental, são cada vez mais comuns nos países fronteiriços com o Brasil e na América Latina. “No caso brasileiro, basta acompanhar os limites de fronteira no Norte do País”, completa.
A Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br) publicou a IN RFB nº 857, de 14/07/2008 que dispõe sobre a apresentação da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2008.
O programa e o formulário vão estar à disposição dos produtores rurais a partir de 11 de agosto, quando devem procurar os sindicatos rurais para receber orientações e ajuda no preenchimento e entrega da declaração do ITR 2008 e do Ato Declaratório Ambiental (ADA) do Ibama.
<< voltar para o site da FAEPO ESTADO DE SÃO PAULO - Sandro Villar
Para garantir pagamento, dinheiro de contas correntes será bloqueado;
MST diz que não tem conta em banco
PONTAL
- Pela primeira vez a Justiça adota uma medida inédita contra os
sem-terra que invadem fazendas no Pontal do Paranapanema, oeste
paulista. Eles terão de pagar uma multa de R$ 150 mil, a título de
indenização, ao fazendeiro Luiz Egydio Constantini Junior, dono da
Fazenda Boa Esperança, de 500 hectares, localizada em Martinópolis. Ele
entrou com ação e, para garantir o pagamento, a Justiça determinou o
bloqueio de dinheiro de contas bancárias do MST e do Mast. A juíza
Marcela Papa, da 1ª Vara do Fórum de Martinópolis, condenou o Movimento
dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Agricultores
Sem-Terra (Mast), além de seus militantes, a pagarem a multa.
BC terá de
rastrear contas do MST, diz advogado de fazendeiro
Segundo
a juíza, cuja decisão foi publicada quarta-feira no Diário Oficial da
Justiça, os sem-terra descumpriram a ordem judicial de reintegração de
posse. Além disso, eles não permaneceram a uma distância de 10
quilômetros da fazenda. A área foi invadida três vezes de 2007 até
agora. "Requeremos a penhora online das contas bancárias dos movimentos
e de seus integrantes. Serão arrestados os valores depositados para o
respectivo bloqueio no valor de R$ 150 mil atualizado com juros e
correção", afirmou a advogada Márcia Ribeiro Costa d`Arce, do
Escritório Ribeiro d'Arce Advogados de Presidente Prudente, responsável
pela ação.
O MST, que não apresentou defesa, informou que
não tem conta bancária. "O MST não tem, eu também não tenho", disse
José Rainha Júnior, líder do movimento no Pontal. Depois de assegurar
que "não vão achar conta", ele disse que desativou a conta corrente
"faz mais de dez anos". Rainha classificou a decisão da juíza de
condenação política. "Condenar um movimento social é condenar a
democracia. Está fora da esfera jurídica, porque não é possível
condenar um movimento social que não tem personalidade jurídica",
completou. O Mast não se manifestou sobre a condenação.
Já o
fazendeiro Luiz Egydio Constantini Junior não crê que receberá o
dinheiro e espera que os sem-terra não invadam mais a sua fazenda, que
produz carne, mamão, melancia e tomate. "Que me deixem em paz, a juíza
cumpriu a lei, isso deveria ter sido feito antes em outras invasões.
Até que enfim vai se fazer justiça. Estamos vivendo uma guerra civil
camuflada de movimento social, que não respeita o direito de
propriedade", resumiu. Ele disse também que perdeu dinheiro durante as
invasões, pois "formava uma pastagem".
GAZETA MERCANTIL
1
de Agosto de 2008 - A bolsa brasileira, que cinco anos atrás se
desdobrava para conseguir investidores de varejo, pretende agora ir aos
agricultores, depois que os estrangeiros retiraram a maior quantia em
investimentos dos últimos 14 anos. A BM&F Bovespa SA, a
terceira
maior bolsa do mundo, pretende fazer com que três em cada cinco
brasileiros invistam em ações, refletindo a proporção vigente nos
Estados Unidos, disse seu principal executivo, Edemir Pinto. Apenas 500
mil dos 187 milhões de brasileiros mantém investimentos em ações
atualmente.
VALOR ECONÔMICO - Mauro Zanatta
O
governo decidiu publicar novas normas de renegociação das dívidas
rurais, mais benéficas aos produtores, somente após a aprovação do
relatório da medida provisória na Câmara dos Deputados. Os líderes
ruralistas esperam votar a MP na próxima semana, mas ainda não há
garantia de presença de parlamentares no Congresso em razão das
atividades nas eleições municipais.
O governo
justifica a estratégia como uma forma de evitar "surpresas" no texto do
relator, o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS). A bancada ruralista tem
exercido forte pressão para ampliar os benefícios da repactuação de R$
76 bilhões em débitos de 3,8 milhões de contratos. "As conversas estão
muito boas, mas vamos esperar o texto do relator", disse o
secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda,
Gilson Bittencourt. O deputado Heinze afirmou "estranhar" que as
medidas não tenham sido aprovadas na reunião de quinta-feira do
Conselho Monetário Nacional (CMN). "Foi uma manobra do governo para
votarmos a MP somente com os pontos acordados", disse.
O
acordo complementar à quarta renegociação geral das dívidas rurais
prevê um prazo adicional de dois anos para o pagamento das operações de
custeio prorrogado em safras anteriores no Rio Grande do Sul e Mato
Grosso. Seriam beneficiados outros 100 municípios do Paraná, Mato
Grosso do Sul e Santa Catarina em situação de emergência ou calamidade
reconhecida pelo governo. O complemento também permitiria aos bancos
ampliar de 30% para até 60% a rolagem das operações de investimentos em
cada Estado. Também haveria permissão para novos empréstimos de
investimentos em solos, irrigação e pastagens, o que foi proibido pela
MP. Seriam elevados, ainda, de cinco para dez anos o prazo de rolagem
para saldos inadimplentes nos programas Pesa, securitização, Funcafé,
Prodecer e cacau, além dos débitos lançados na dívida ativa da União.
Nesse caso, os juros cairiam de Selic para 6,75% ao ano e seriam
aplicados bônus de 30% a 45%, sem a multa de 20%.
Na
reunião de quinta-feira, o CMN não avaliou o acordo com os ruralistas,
mas autorizou o BNDES a operar seus programas de investimento com
regras do ano-safra anterior (2007/08) até a publicação das novas
normas. O objetivo é evitar a interrupção ou paralisia nos
financiamentos da próxima safra (2008/2009).
O CMN
também esclareceu as regras do Prodeagro, cujo limite coletivo de
financiamento foi fixado em R$ 750 mil - o individual segue em R$ 250
mil. Para o Moderfrota (máquinas), o CMN estendeu a ampliação dos
prazos de pagamento também para equipamentos usados, que serão de
quatro anos. No Pronaf (agricultura familiar), o conselho ratificou aos
bancos que deve ser aplicada a menor taxa de juros em caso de
financiamentos com mais de uma fonte de recursos.
FOLHA DE SÃO PAULO - MAURO ZAFALON - mzafalon@folhasp.com.br
AVANÇO NO PLANTIO
A
SLC Agrícola, uma das maiores produtoras de commodities do país e que
tem foco em soja, milho, algodão e café, informou que deve plantar 270
mil hectares na safra 2009/10. Se confirmada, essa área supera em 158%
a plantada em 2005/6.
ESTRATÉGIAS
A
empresa aumenta a área plantada com novas compras, arrendamento e
incremento da segunda safra em várias regiões do cerrado. A SLC deixa
claro, no entanto, a intenção de adquirir novas fazendas,
principalmente no cerrado brasileiro.
SEGUNDA SAFRA
Um
dos motivos da ampliação da área da SLC é o aproveitamento das áreas
com a segunda safra, permitido com o domínio de novas tecnologias. O
plantio da segunda safra exige, no entanto, sementes de ciclo mais
curto, o que pode gerar perda de produtividade, como ocorreu com a soja
neste ano.
RECEITAS
A
SLC teve receitas líquidas de R$ 78 milhões no segundo trimestre deste
ano, 44% mais do que em igual período de 2007. O lucro líquido no
período foi de R$ 1,6 milhão.
SEM SUPORTE
O
primeiro contrato de trigo fechou ontem a US$ 5,88 por bushel em
Chicago, com queda de 0,51% . Nos últimos 30 dias a queda é de 10,3%.
Projeção de safra maior e melhora nos estoques seguram os preços do
cereal.
QUEDA NO BRASIL
Os
preços do trigo também caem no Brasil. Ontem o produto recuou 2% -em 30
dias a queda é de 13%. A oferta interna aumenta com o início da safra
no Paraná. Já a produção mundial sobe para 660 milhões de toneladas em
2008/9, conforme previsões do IGC (Conselho Internacional de Grãos).
GADO CONFINADO
A
oferta de gado continua reduzida em São Paulo e só deve melhorar na
segunda quinzena deste mês, quando começam a aparecer os animais de
confinamento. No varejo, a pressão de demanda cresce, com a entrada de
novo mês e pagamento de salários.
PERDAS
O
JBS-Friboi registrou prejuízo de R$ 371,1 milhões no primeiro semestre.
O motivo das perdas, segundo a empresa, foram "aspectos contábeis e
financeiros", relacionados a investimentos no exterior, em especial
pelas compras de frigoríficos nos EUA e na Austrália.
REMANEJAMENTO
Para
aliviar o peso do real valorizado, o JBS vai buscar realocar suas
dívidas para bancos e moedas em cada país em que atua. No Brasil, a
meta é chegar ao fim do ano com abate diário 25% maior, em 25 mil
cabeças.
VALOR ECONÔMICO
Produção menor
Os
contratos futuros do açúcar subiram pelo terceiro pregão consecutivo
ontem na bolsa de Nova York, devido a preocupações de que a produção do
Brasil seja menor nesta safra e que o tempo mais seco possa afetar as
lavouras de cana de Maharashtra, a maior região produtora da Índia. "A
produção de açúcar do Brasil está atrás dos níveis registrados no ano
passado e as exportações da Índia também devem cair", disse Michael
McDougall, vice-presidente sênior da Newedge USA LLC, de Nova York. Os
papéis para entrega em março subiram 47 pontos e encerraram o dia
cotados a 15,11 centavos de dólar. No mercado interno, a saca de 50
quilos do açúcar ficou em R$ 28,27, alta de 0,39%, segundo o indicador
Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula alta de 7,70%.
Brasil segura
As
exportações brasileiras de café arábica recuaram 3,7% em julho, para
1,29 milhão de sacas, segundo o Conselho de Exportadores Brasileiros de
Café (Cecafé). O resultado provocou um movimento de alta na bolsa de
Nova York, com os contratos futuros atingindo os maiores preços em duas
semanas. "O Brasil não está vendendo", resumiu Jack Scoville,
vice-presidente do Price Futures Group, de Chicago. "Há muito pouca
oferta no mercado. Os produtores brasileiros não estão gostando dos
preços, já que a até pouco tempo atrás viam ofertas melhores". Os
papéis com vencimento em dezembro fecharam a US$ 1,4315 por libra-peso,
alta de 185 pontos. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos foi
negociada a R$ 249,38, alta de 1,88%, de acordo com o indicador
Cepea/Esalq.
Dólar impulsiona
Os
contratos futuros de cacau subiram ontem em Nova York. Os papéis para
entrega em dezembro fecharam o dia a US$ 2.828 por tonelada, com alta
de 50 pontos. "O dólar está se desvalorizando, o que está catapultando
os preços das commodities ao redor do mundo", disse Adam Klopfenstein,
estrategista-sênior de mercado da Lind Waldock, em entrevista à
Bloomberg. Além disso, a produção da Nigéria, prevista para 180 mil
toneladas neste ano, está ameaçada pelas fortes chuvas que assolam as
regiões produtoras do sul do país, o que pode elevar a incidência de
doenças provocadas por fungos. Em Itabuna e Ilhéus, a arroba do cacau
fechou com o preço médio de R$ 70,00, com alta de 70 centavos, segundo
informou a Central Nacional dos Produtores de Cacau.
Demanda em baixa
Os
contratos futuros do suco de laranja caíram ontem pela oitavo pregão
consecutivo, atingindo o menor preço em dois meses. Segundo analistas,
o movimento baixista se deveu à alta na oferta e à estagnação na
demanda. A procura baixa ajudou a laranja a registrar a segunda pior
performance entre 19 commodities analisadas pelo Índice
Reuters/Jefferies CRB, neste ano. A pior performance foi do níquel.
"Nada deverá mudar no curto prazo", disse Sterling Smith,
vice-presidente da FuturesOne, à Bloomberg. Na bolsa de Nova York, os
papéis para novembro fecharam a US$ 1,1055 por libra-peso, queda de 12
pontos. No mercado interno, a caixa com 40,8 quilos da laranja encerrou
o dia a R$ 11,08, sem variação nos últimos cinco dias, segundo informou
o Cepea/Esalq.
VALOR ECONÔMICO - Patrick Cruz
Os
preços das principais commodities agrícolas não estão mais no teto
atingido em junho, mas mantêm-se bastante acima do registrado no mesmo
período de 2007. Esse cenário não deverá garantir boas margens para os
produtores brasileiros, segundo estudo da Organização das Cooperativas
do Paraná (Ocepar).
Culpa, principalmente, do aumento
dos custos dos insumos, aponta o estudo. O trigo que será colhido neste
segundo semestre, por exemplo, terá um custo total de produção superior
a R$ 38 por saca, enquanto o preço médio ao produtor projetado pelo
levantamento deverá ficar entre R$ 30 e R$ 36. No caso do milho, o
custo total estimado para a safra 2008/09 ficará em torno de R$ 19 por
saca. O preço da saca deverá ficar entre os mesmos R$ 19 e R$
22,50.
As margens apertadas, mesmo em um momento de
preços altos se comparados com suas médias históricas, têm relação
direta com o encarecimento dos fertilizantes, diz Cassiano Bragagnolo,
analista técnico e econômico da Ocepar. O peso dos fertilizantes no
custo de produção de trigo no Paraná (base Londrina), que foi de 18% há
cinco anos, passou a 27% em 2008. No milho, a carga dos fertilizantes
quase dobrou entre as safras 2002/03 e 2008/09, passando de 17% para
32% - essa fatia foi de 22% na safra 2007/08.
"No
geral, os custos todos aumentaram, mas o grande vilão é mesmo o
fertilizante", diz Bragagnolo. Segundo a Ocepar, os custos totais
cresceram 26,8% no trigo, 21,1% na soja e 24,8% no milho entre maio de
2007 e maio deste ano. No mesmo intervalo, o reajuste dos fertilizantes
foi superior a 100%.
Para a soja, a projeção é de
rentabilidade positiva. O custo total deverá ficar próximo de R$ 35 por
saca, e o preço projetado, de R$ 32 a R$ 52. Ainda assim, a
rentabilidade poderá ser menor que a obtida na safra 2007/08.
O
estudo da Ocepar mostra o cenário para o mercado paranaense, mas serve
como base para um paralelo com outros pólos de produção de grãos. "No
trigo, o preço da saca poderá até ficar abaixo do preço mínimo de R$
28,80 em algumas regiões do Rio Grande do Sul", diz Bragagnolo. Para os
produtores de soja do Mato Grosso, que enfrentam custos adicionais com
logística, a rentabilidade poderá também ser mais apertada. "Em algumas
regiões do Mato Grosso, que tem custos mais altos, a soja tende a
empatar custo e valor recebido", afirma.
Um
desdobramento danoso do encarecimento do fertilizante é sua utilização
em menor escala, prática que já tem sido relatada aos técnicos da
Ocepar. "Este é um momento de preços altos e demanda firme, mas, com
menos fertilizantes, a produtividade tende a cair. O produtor pode não
se beneficiar desse cenário", avalia.
GAZETA MERCANTIL - Roberto Tenório
São
Paulo, 1 de Agosto de 2008 - Com a liberação das 900 mil toneladas de
trigo da Argentina ao mercado brasileiro, os preços pagos pela tonelada
do produto no mercado doméstico poderão cair 12%. Se a liberação for
realmente concretizada, analistas afirmam que a tonelada do trigo
vizinho chegaria em São Paulo valendo R$ 660 ao câmbio atual. De acordo
com a Safras & Mercado, neste ano, os preços médios do trigo no
Paraná estão em R$ 667,00 a tonelada.
"Para o trigo paranaense chegar aqui no mesmo patamar, o produtor terá que vendê-lo a R$ 595 a tonelada", calcula Élcio Bento, analista da Safras & Mercado. Segundo informou, já está difícil encontrar quem pague R$ 600 pelo produto. As cotações no Paraná estão recuando desde abril, quando atingiram o patamar mais alto deste ano: R$ 716 a tonelada, de acordo com a consultoria.
Bento acrescenta que os moinhos estão abastecidos e continuarão trabalhando com base no preço do trigo argentino. "No Rio Grande do Sul foram reportadas vendas futuras, de pequenos lotes, a R$ 500,00 a tonelada para indústrias gaúchas. Já no Paraná, a indústria tem forçado negócios a R$ 550", revelou.
Cassiano Bragagnollo, analista técnico econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), não descarta uma pressão sobre os preços. Mas avalia que o aumento da tarifa de exportação da farinha argentina, de 10% para 18%, será positiva e equilibrará os preços.
"A pior etapa foi a entrada de trigo de fora do Mercosul. Se as exportações argentinas forem liberadas, serão compensadas pela redução da entrada de farinha por causa da nova tarifa". Para o analista, a tonelada do grão deverá recuar para um patamar de R$ 530 nos próximos 30 dias. Mas explicou que esse fato não deverá desestimular os produtores. "É um pouco cedo para afirmar, mas com a demanda crescendo e a redução dos estoques, a tendência é de que os preços continuem firmes", avaliou.
Bragagnollo acrescenta que, se os preços chegarem a esses níveis, os produtores devem ter prejuízo. Segundo a cooperativa, o custo operacional da lavoura de trigo é de R$ 33 a saca (60 quilos). O custo com mão-de-obra, combustível e fertilizantes foram os que tiveram maior aumento.
VALOR ECONÔMICO - Fernando Lopes e Mônica Scaramuzzo
Os
futuros de soja, milho e trigo, as commodities agrícolas mais
negociadas do planeta, confirmaram as expectativas e encerraram julho
com fortes quedas e cotações médias mensais inferiores às de junho na
bolsa de Chicago, de acordo com cálculos do Valor Data baseados nos
contratos de segunda posição de entrega, normalmente os que apresentam
maior liquidez.
Após iniciarem julho em alta e
permanecerem assim nas primeiras sessões do mês, os preços perderam
parte do suporte em meio às reações à turbulência de bancos centrais de
diversos países - inclusive o americano Fed, encarregado de gerir o
epicentro da crise e seus reflexos sobre o dólar, determinante para as
commodities exportáveis.
As reações fortaleceram
previsões de contenção da demanda global e "devolveram" fundos de
investimentos a aplicações que perderam terreno para as commodities nos
últimos dois anos, para cobrir posições ou em busca de uma maior
segurança.
Com isso, segundo o banco UBS AG, na
semana passada os fundos de índices retiraram US$ 1,76 bilhão dos
mercados de futuros agrícolas. Foi a quinta semana seguida de redução
de apostas, que estava no início quando os grãos ainda subiam no começo
de julho - a soja atingiu sua máxima histórica em Chicago no dia 7,
menos de duas semanas depois de o milho bater recorde - em decorrência
de adversidades climáticas em áreas produtoras dos EUA.
Em
Chicago, as quedas mais fortes de soja, milho e trigo foram na terceira
semana do mês, também influenciadas pelas perspectivas de melhoria do
clima sobre as lavouras americanas. Na última semana, o clima voltou a
ser altista e houve alguma recuperação, sobretudo no caso do milho, mas
os patamares de cotações seguem bem abaixo dos picos.
Quem
acompanha de perto esses mercados, como Antonio Sartori, da corretora
gaúcha Brasoja, ou Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro e da FGV,
acreditam que as máximas do ano devem ter ficado para trás. É que tudo
indica que as fortes oscilações de preços prosseguirão, mas em torno de
um eixo um pouco menos elevado, ainda que muito superior ao nível médio
histórico.
Entre as agrícolas de Chicago, o milho
registrou as maiores quedas em julho. No mês (comparação entre os
fechamentos de 31 de julho e 30 de junho), a baixa foi de 17,66%. Na
relação entre as médias mensais de julho e junho, a retração chegou a
7,74%, apesar das valorizações do início e do fim do mês. A soja perdeu
12,75% em julho, e a média mensal foi 0,39% inferior à registrada em
junho, de acordo com o Valor Data.
As duas
commodities, especialmente a soja, seguem ligadas ao petróleo, a mais
negociada de todas as commodities. Na bolsa de Londres, os contratos
futuros de primeira posição de entrega do Brent registraram baixa de
11,34% em julho, mas o preço médio no mês ainda foi 0,61% superior ao
de junho.
Com as cotações de petróleo, milho e soja
pressionadas, entre outras, o índice Jefferies-Reuters CRB, composto
por 19 commodities, registrou o maior tombo mensal em 28 anos, segundo
o "Financial Times". No mês, a queda foi de 10,01%; em março de 1980,
diante de outro cenário de desaceleração econômica global, a retração
foi de 10,5%.
Na comparação de médias, as
perspectivas são de que as variações negativas do petróleo sejam
maiores em agosto (em relação a julho), já que o mês começa com as
cotações em patamar bem inferior. O mesmo raciocínio também vale para o
comportamento de soja e milho, desde que o clima no Meio-Oeste dos EUA
não piore tanto a ponto de motivar novas disparadas nos
mercados.
"O impacto do declínio dos preços das commodities na
inflação global será significativo", disse Marcel Cassard, do Deutsche
Bank, ao "Financial Times". O jornal informa que o Lehman Brothers
também prevê queda do petróleo, mas alerta para o fato de que Goldman
Sachs, Merrill Lynch e Barclays Capital permaneçam com cenários
altistas para o produto.
A cautela tem fundamento,
afirma Sartori, da Brasoja, uma vez que o nervosismo e as grandes
oscilações continuam. A perda de fôlego dos preços parece ser mesmo o
cenário mais provável, mas "tudo pode acontecer", conforme o analista.
Em Chicago, a aposta na baixa é mais segura no caso do trigo, que traça
uma curva descendente independente sob o impacto de projeções de que a
oferta superará a demanda nos EUA.
Em Nova York, as
chamadas "soft commodities", com giro financeiro menor, também
continuam a sofrer o efeito da maior influência dos fundos na formação
de preços, ainda que os fundamentos estejam recuperando
espaço.
Para
o algodão, as expectativas são de valorização. Apesar da baixa demanda
global pela pluma, que pressionou as cotações em julho, Fernando
Martins, operador da Newedge em Nova York, afirma que a saída dos
fundos de investimentos da commodity poderá abrir espaço para futuras
altas das cotações do algodão. "O mercado está analisando qual o
caminho de soja e do milho para se posicionar em algodão".
O
açúcar, cujo preço médio em julho foi 21,48% maior que o registrado em
junho, também segue sustentado pela expectativa de déficit global a
partir de 2009, com a redução drástica da produção da Índia. Conforme
Rodrigo Costa, também da Newedge, boa parte dos produtores indianos
migrou para os grãos, cujos preços estão mais atraentes, afirmou . O
mix mais "alcooleiro" da safra de cana no Brasil e a maior demanda pelo
combustível também ajudam oferecer suporte ao açúcar.
Ambos
(algodão e açúcar) guardam relação com o petróleo e seguirão sob sua
influência. No açúcar, o contágio decorre da paridade com o álcool,
concorrente direto da gasolina; no algodão, da concorrência da pluma
com os fios sintéticos. "Se o barril ficar abaixo de US$ 110, essas
commodities poderão ser mais afetadas", diz Martins.
Para
as demais principais commodities agrícolas transacionadas pelo Brasil
no exterior, fatores ligados aos fundamentos têm se mostrado fortes,
apesar da "financeirização". No café, os traders estão de olho na safra
brasileira; no suco de laranja, nos efeitos da temporada americana de
furacões; e no cacau, na África e na demanda industrial.
CORREPAR
FEIJÃO CARIOCA:Boa
procura de feijão nas fontes manteve o mercado estável ontem ao redor
de R$ 160,00 por saco. Existe um mercado crescente para feijão
comercial nota 8,5, seja por cozinhas industriais, cestas básicas ou
mesmo empacotadores para a segunda marca. Ainda existe um pouco de
oferta de MT, MS e na BA onde o feijão é comercial e úmido.
Em
São Paulo, no atacado, o feijão manteve a tônica da semana com poucas
vendas e vários compradores procurando depreciar os preços. Muitos
vendedores que tinham mercadoria a venda em São Paulo preferiram
descarregar e esperar o mercado da próxima semana.
FEIJÃO PRETO: Feijão preto com mais procura mantendo a cotação ao redor de R$ 150,00. Com a compra de reposição que se espera que ocorra na semana que vem por parte dos supermercados, é possível até que os preços tenham alguma reação ainda que pontual.
GAZETA MERCANTIL
São
Paulo, 1 de Agosto de 2008 - A melhora nos preços do álcool e do açúcar
neste ano começa a beneficiar o plantador de cana. A previsão é de que
em julho a remuneração pela tonelada seja de R$ 35, ante os R$ 32 que
vinham sendo pagos desde o início da safra em São Paulo, em abril. Por
conta da perspectiva mais otimista para os produtos sucro-alcooleiros,
a Organização dos Plantadores de Cana da região Centro-Sul do Brasil
(Orplana) acredita que esse valor deve evoluir nos próximos meses, de
forma que, na média da safra, a receita por tonelada atinja entre R$ 37
e R$ 38.
Ao final deste mês, os preços do açúcar em São Paulo estavam 11,8% mais altos do que os verificados na mesma época do ano passado. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), a saca de 50 quilos na usina valia R$ 25,18 em 31 de julho de 2007, preço que em 30 de julho passado estava em R$ 28,16. No caso do álcool, a diferença é maior. Em 25 de julho deste ano, o litro do hidratado na usina em São Paulo valia R$ 0,717, 21% mais que os R$ 0,5923 negociados em 27/07/2007.
Apesar da elevação no valor pago ao plantador de cana em julho, a relação com o custo de produção ainda está deficitária, segundo Ismael Perina Júnior, presidente da Orplana. Isso porque o custo para se produzir uma tonelada é hoje de R$ 52, 48% maior que a remuneração de R$ 35 prevista para julho. Há dois anos, na safra 2006/07, esse custo estava entre R$ 41 e R$ 42 por tonelada, e a remuneração recebida foi de R$ 52, na média da safra apurada pelo Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana). "De lá para cá, os custos foram inflacionados pelo aumento da despesa com mão-de-obra e insumos, enquanto isso, os preços dos produtos sucroalcooleiros só caíram", lamenta Perina.
Assim, desde a safra passada, as contas dos plantadores estão fechando no vermelho. Na safra passada, a remuneração foi de R$ 35 e o custo entre R$ 46 e R$ 47. O resultado, segundo Perina, é que a reforma dos canaviais neste ano deve ficar abaixo dos patamares médios dos últimos anos, de 18% a 22% da área colhida. "Os plantadores devem reformar menos de 18%, deixando a cana antiga no campo para produzir por mais um ano, o que significa uma queda de produtividade de 15% dessas áreas", calcula. É provável ainda que, mesmo as áreas reformadas com amendoim ou soja a partir de setembro, não retornem com cana no início do ano que vem, caso o cenário mostre melhor remuneração para outras culturas. "Eu, por exemplo, devo plantar milho safrinha nessa área reformada".
Ainda assim, ele acredita que não haverá prejuízos ao volume de cana moído em 2009. "Muitas áreas novas estão sendo plantadas e vão compensar essa retração", acredita. Além disso, mais cana deve ficar em pé ao final desta safra, por conta do atraso da moagem no Centro-Sul e na entrada de novas usinas em operação. Segundo estimativas da consultoria Datagro, devem ficar em pé cerca de 32 milhões de toneladas de cana neste ciclo, estimativa que no começo da safra era de 17 milhões de toneladas.
FOLHA DE SÃO PAULO - GITÂNIO FORTES
A
carne bovina deve pressionar menos os índices de inflação neste segundo
semestre. A previsão é de Joesley Mendonça Batista, diretor-presidente
do JBS-Friboi, maior frigorífico com foco no abate de bois no país.
Segundo Batista, o crescimento do valor da arroba em dólares -causado pela redução de oferta e acentuado pela apreciação do real- colocou o boi do Brasil em valor semelhante ao de outros mercados, como EUA e Austrália, e perto do da Europa.
Com essa convergência global de preços, não há espaço para novas altas substanciais das cotações em dólares no Brasil, afirma Batista.
Ontem o indicador Esalq-BM&F, usado na liquidação financeira dos contratos de boi no mercado futuro, ficou em R$ 93,57 a arroba, alta de 46,8% na comparação com um ano antes. Em dólar, chegou a US$ 59,87, avanço de 76,7% no período.
No atacado em São Paulo, o quilo da carne de primeira ficou em R$ 6,10, 24,5% mais que um ano antes. O mercado financeiro trabalha com o cenário de que o IPCA, índice usado para definir a meta oficial de inflação, tenha chegado em julho ao acumulado de 6,5% em 12 meses.
José Vicente Ferraz, diretor-técnico da consultoria AgraFNP, observa, no entanto, a possibilidade de que o preço da carne se eleve com mais intensidade no fim do ano, puxado pelo 13º salário e pelo crescimento da demanda que costuma ocorrer nesse período. Justamente uma época de entressafra, de restrição da oferta.
Fabiano Tito Rosa, coordenador de análises setoriais da Scot Consultoria, concorda com a tendência de que se reduza a pressão da carne bovina sobre as taxas de inflação. Isso, porém, não quer dizer que ela vá deixar de existir. Por causa da redução do rebanho, a tendência é de mercado firme no mínimo pelos próximos dois anos.
VALOR ECONÔMICO
A
Associação Nacional dos Confinadores - Assocon - estima que o
confinamento de bovinos deve ser de 578,4 mil animais este ano, 12%
abaixo do previsto em duas pesquisas anteriores feitas com os 47
associados. Segundo a Assocon, o volume é 6,7% maior que as 541.951
cabeças de 2007. A oferta reduzida, a alta do boi magro e dos insumos
para ração derrubaram a intenção dos confinadores nos Estados de Goiás,
Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.